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Comunidade 'oficial' tem fotos, notícias e pedidos de ajuda. Usuários também trocam informações pelo Twitter. Um dia depois do terremoto que atingiu a região central da Itália, na madrugada de segunda (6), e deixou pelo menos 200 mortos, uma comunidade no Facebook reunia cerca de 240 mil pessoas em luto. Itália sofreu pior terremoto em 30 anos O grupo "Terremoto in Abruzzo" foi criado no Facebook para reunir testemunhas, notícias, fotos e recados sobre as vítimas do terremoto. A rede social, uma das principais do mundo, tem mais de 150 milhões de usuários cadastrados. Brasileiros contam como foi o terremoto na Itália O fórum de discussões do grupo exibia centenas de mensagens, espalhadas por mais de 60 tópicos - pedidos de doações, recados e agradecimentos eram as ocorrências mais comuns. Na terça-feira (7), cerca de 150 pessoas haviam sido resgatadas vivas dos escombros. Havia mais de 200 mortos. L'Aquila, pequena cidade medieval de 60 mil habitantes, foi a cidade mais atingida pelo tremor. O Twitter, que também já foi usado como canal de comunicação em terremotos e incêndios, foi outro meio útil de mobilização de voluntários. Mensagens instantâneas ajudaram a estabelecer uma rede de informações, incluindo links para doações às vítimas. Em anos anteriores, outros dois acidentes tiveram o Twitter como um dos principais canais de informação: um incêndio (2007) e um terremoto (2008), ambos no estado da Califórnia (EUA). Portal G1 |